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Resposta aos comentários Bblio/ESSA
Já existem algumas obras indicadas para o vestibular da Federal e estamos providênciando a compra de mais exemplares,as outras sugestões foram anotadas para serem adquiridas ok!!
Exitem revistas em quadrinhos na biblioteca,mas como são muito lidas elas terminam estragando muito rápido , podemos estar renovando a assinatura, tudo bem?
Temos os livros para serem pesquisados sobre o ciclio da água pode vir a biblioteca ok!!
Fatima Pizziolo
Bibliotecária CRB660
ComunicaçãoEssa/2008
Escrito por ESSA às 13h38
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Você é assertivo no trabalho em equipe?
Na matéria a dose certa de assertividade, você descobre como a assertividade – ou a falta dela – pode interferir na sua carreira. No trabalho em equipe, seja como gestor ou não, a postura dos integrantes pode ser decisiva para os resultados finais, levando ao sucesso ou ao fracasso da atividade e do desempenho dos envolvidos. Para avaliar o grau de assertividade dos profissionais a Ohl Braga Consultoria preparou dois testes.
Um deles é dirigido aos que estão na posição de liderança e outro para aqueles que atuam no grupo. “Há momentos em que é preciso ser mais direto e tomar as rédeas da situação, enquanto em outros é necessário se deixar comandar. Este é o equilíbrio e a aplicação ideal da assertividade”, diz a consultora Maria de Fátima Ohl Braga. Basta responder a cada uma das afirmações indicando como você costuma se posicionar. Para cada resposta Sempre” marque 2 pontos, para “Às vezes”, marque 1 ponto. Some todos os pontos e multiplique por 5. Veja sua classificação ao final do teste. .
Análise pessoal como gestor, líder ou responsável da equipe
Análise como participante da equipe
Escrito por ESSA às 21h46
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Você tem fome de quê?
Para o filósofo suíço Alain de Botton, o pior tipo de ambição é o baseado no que os outros pensam. O segredo do sucesso é um só: saber o que você quer
Por José Eduardo Costa
A reportagem de capa da edição de março da VOCÊ S/A tem como tema a ambição. Para falar sobre esse assunto a revista foi ouvir um dos principais pensadores da atualidade, o filósofo suíço, Alain de Botton, de 37 anos. Alain ficou famoso lá fora ao trazer a reflexão de filósofos, artistas e pensadores antigos para os problemas cotidianos. No Brasil, ele tem três livros publicados (de um total de sete já escritos) pela Editora Rocco: As Consolações da Filosofia, Como Proust Pode Mudar Sua Vida e mais recentemente Desejo de Status. De Londres, onde vive, Alain deu a seguinte entrevista, por email, para a VOCÊ S/A. Na revista, você confere a íntegra deste bate-papo.
O desejo por status é o mesmo que ambição?
Não. A ambição diz respeito às nossas próprias vontades: ter mais dinheiro, ser mais bonito ou construir uma carreira excepcional. Por exemplo, um executivo cuja função é reestruturar uma empresa faz seu trabalho guiado pelo desejo pessoal de colocar suas competências à prova, sem necessariamente se importar com o que as pessoas vão achar disso. A busca por status é uma coisa diferente, pois tem a ver com aquele tipo de ambição orientada pela opinião dos outros.
Algumas pesquisas que medem o clima de trabalho nas empresas mostra que freqüentemente as pessoas se sentem angustiadas ou ansiosas com relação a carreira. Isso tem a ver também com a ambição de cada um?
Eu acredito que sim. A competição e a ansiedade são inerentes ao capitalismo. A essência do negócio é a competição e não há competição sem ansiedade. Nos países em que a economia é ruim as pessoas não são tão ansiosas, pois a percepção é de que não há perspectivas de crescimento. Por exemplo, os trabalhadores na França são bem menos ansiosos do que os empregados americanos. Na França, eles não estão tão preocupados em perder o emprego e nem em subir na carreira e ganhar mais dinheiro. Nos Estados Unidos, há mais oportunidades e isso gera muita expectativa nas pessoas que sonham em melhorar de vida.
Ser mais ou menos ambicioso, então, diz respeito a quantidade de oportunidades percebidas?
Minha tese é que a ambição é maior onde as oportunidades são maiores. Quando as pessoas sentem que podem melhorar de vida elas se tornam muito ambiciosas. Por isso, nos Estados Unidos as pessoas sonham em crescer, ser reconhecidas e ter mais dinheiro. É o tal do sonho americano. Lá, elas vêem chances reais de ascender social e profissionalmente.
Há estudos que mostram que há mais pessoas ambiciosas vindas da classe média. Isso faz sentido para você?
Não conheço tais estudos, mas tendo a acreditar nessa conclusão. As pessoas que vem da classe média tem uma visão muito clara da riqueza e da pobreza. Sendo assim, elas têm noção do que representa subir e o que significa cair um nível na escala social.
A ambição muda de geração para geração?Não acredito que a ambição das pessoas tenha mudado ao longo das últimas décadas. A idéia de ambição que temos hoje foi consolidada após a Revolução Francesa, de 1789. Crescer significa acumular riqueza. Nossas sociedades, salvo algumas exceções, são capitalistas, empreendedoras e essencialmente burguesas. Os heróis são profissionais bem-sucedidos.
Escrito por ESSA às 21h42
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Escrever pode ajudar a encontrar um novo emprego
Por Cristina Almeida
Embora a história nos lembre que o trabalho é uma pena a ser cumprida, ao longo dos anos o homem passou a ter uma relação muito estreita com a atividade que lhe garante o pão de cada dia. Trabalhar não só dignifica, mas permite que as pessoas se expressem através da profissão: o homem é que ele faz. Perder o emprego – e, portanto, a própria identidade – é tido como uma das experiências mais traumáticas e estressantes que uma pessoa pode experimentar. Para o psicólogo americano James Pennebaker, da Universidade do Texas, autor do livro Abra seu coração - o poder de cura através da expressão das emoções (Ed. Gente, 2007), escrever sobre pensamentos e sensações ligados a uma demissão inesperada, ajuda a superar os sentimentos negativos e pode diminuir o tempo de espera para uma recolocação.
Segundo o psicólogo, o que acontece no mundo do trabalho é que, depois de uma experiência como essa, as pessoas sentem muita raiva. Na ocasião da primeira entrevista após a dispensa, o candidato geralmente não consegue disfarçar esse sentimento em relação ao antigo empregador. Assim, acaba saindo do páreo para o novo trabalho. Além disso, como não consegue se livrar dessa sensação, pode colocar em risco a saúde. A conseqüência é o enfraquecimento das defesas imunológicas e das atividades cardíaca e vascular, bem como do funcionamento bioquímico do sistema cerebral e nervoso.
Executivos escritores Conhecedora dos experimentos de Pennebaker e entusiasmada com os resultados obtidos em suas pesquisas, Stefanie Spera, psicóloga e proprietária de uma empresa de recolocação, decidiu testar a tese do colega: seu objetivo era ajudar um determinado grupo de engenheiros que passara por um processo de reestruturação e conseqüente demissão. Todos eram ex-funcionários de uma grande empresa de computação de Dallas que, durante sua história, jamais fizera demissões em massa.
Dada a baixa taxa de turnover, a maioria dos profissionais tinha quase trinta anos de casa e idade média de 52 anos. Apesar disso, todos se viram numa situação na qual, após a comunicação da dispensa, “foram escoltados às suas mesas por um segurança, que ficou vigiando enquanto eles juntavam seus pertences. Depois foram levados à porta da frente, obrigados a entregar suas chaves e seus crachás... Assim, sem nenhum aviso, sem nenhuma consideração pelo tempo que faltava para se aposentarem”, conta Pennebaker.
Histórias de humilhação e ultraje Pennebaker participou de encontros onde foram entrevistados quase cinqüenta homens, a maioria amargurada e hostil diante dos fatos ocorridos e da proposta de escrever sobre o que lhes acontecera. Contudo, a perspectiva de aumentar as possibilidades de encontrar um novo emprego foi o suficiente para que aceitassem a participar do estudo.
Divididos em três grupos, os executivos do primeiro grupo foram orientados a escrever por cinco dias consecutivos, durante trinta minutos, sobre os pensamentos e sentimentos mais profundos ligados à perda do emprego. Ao segundo grupo foi solicitado que escrevessem no mesmo período e tempo sobre o que fizeram com seu tempo livre desde então. O terceiro grupo nada escreveu, servindo apenas como parâmetro para as observações.
O resultado foi surpreendente: os executivos que escreveram sobre os fatos traumáticos ligados ao trabalho foram extremamente abertos e honestos em suas redações e declararam que se sentiram muito bem imediatamente após a experiência. Os temas desenvolvidos descreviam a “humilhação e o ultraje de perder o emprego... os problemas conjugais, doenças e morte, dinheiro e temores em relação ao futuro”, relata o especialista.
Após três meses do estudo realizado, 27% dos participantes do grupo que escreveu conseguiram um novo emprego, enquanto somente 5% das pessoas dos outros dois grupos obtiveram sucesso. Nos meses seguintes, 53% dos “escritores” já estavam empregados, contra somente 18% dos demais grupos.
Menos hostilidade Aqueles que escreveram sobre seus sentimentos e pensamentos conseguiram lidar melhor com a extrema raiva que sentiam e, por isso, nas entrevistas foram capazes de se mostrar menos frustrados com as circunstâncias da perda do emprego anterior. É possível que, para os entrevistadores, esses profissionais “deram a impressão de ser candidatos menos hostis e mais promissores”, conclui Pennebaker.
Escrito por ESSA às 21h38
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DICAS

Dicas, é mais uma coluna criada especialmente para nós jovens.Aqui vamos dar dicas de leitura,falar das músicas que estão bombando nas rádios,moda, traduções, e muito mais pra você!Mande sugestões do que você gostaria de comentar e ver por aqui!!!Uma coluna que interage com você!!
Escrito por ESSA às 20h37
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Tribos
Estréia hoje aqui no blog a coluna tribos; A coluna Tribos e uma coluna totalmente voltada para os jovens onde iremos abordar os mais variados assuntos como: Tribos Urbanas, Esportes Radicais, Shows, Festas e Todo tipo de evento voltado para o público Jovem.
Para começar, iremos falar do Pop Rock Brasil 2008 que nesse ano completa 25 anos de existência.
25 Anos de Pop Rock

Está chegando a hora! Será realizado neste sábado e domingo o Pop Rock Brasil 2008. Nesta edição, o público tem mais um motivo para participar da festa – comemorar os 25 anos do evento que faz parte do calendário de festas da capital mineira.
Diferente das edições anteriores, esta é a primeira vez que o festival será realizado fora de Belo Horizonte, e não será em um estádio de futebol – assim como as ultimas edições realizadas no estádio do Mineirão, na capital mineira.
Neste ano, o Mega Space, que fica na avenida das Indústrias,3.000, em Santa Luzia foi escolhido para sediar o Pop Rock Brasil, que receberá 12 atrações, entre bandas nacionais e internacionais.
Além do palco, a estrutura montada para receber o Pop Rock contará com praça de alimentação, tenda eletrônica, salão para a produção de estilos, estúdio para tatuagens, área de jogos e esportes radicais, tenda para customização de camisetas e lounges de descanso.
Entre os nomes que vão tocar neste ano estão os mineiros Sideral e as bandas Manitu, Jota Quest e Tianastácia, além dos roqueiros do Capital Inicial e Charlie Brown Jr.
Atrações Internacionais
Seguindo o exemplo das duas últimas edições, que trouxeram, respectivamente, as atrações internacionais: The Black Eyed Peas, The Rasmus, New Order e Jojo, o Pop Rock Brasil deste ano também contará com a presença de duas bandas internacionais.
Amanhã, a grande expectativa do público é com a apresentação da banda Maroon 5.
O quinteto californiano, comandado por Adam Levine, chega ao Brasil embalado pelo sucesso dos hits “This Love”, “She will be loved”, “Sunday Morning”e, mais recentemente, a canção “If I Never See Your Face Again”, que conta com a participação da cantora pop Rihanna.
Já no domingo, a atração internacional será a banda The Offspring. Um dos grupos mais respeitados do rock mundial, os músicos estão de passagem pelo Brasil com sua última turnê, que divulga o disco “Rise and Fall, Rage and Grace”.
Shows
O Pop Rock Brasil promete muita animação nos dois dias de festa.
Amanhã, quem vai comandar a festa são as bandas Manitu, Sideral, Código B, Nx Zero, a banda vencedora do Combate 98, além da banda californiana Maroon 5.
Já no domingo, a festa fica por conta de Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Tianastácia, a banda vencedora do Combate 98 e o pessoal do The Offspring que sobem ao palco para mais um dia de festa.
Ingressos
Se você já adquiriu suas entradas para o Pop Rock Brasil fique atento aos horários. Nois dois dias do evento os portões do Mega Space serão abertos ás 15h e os shows começam a partir das 17h
Para quem ainda não garantiu presença ainda dá tempo de comprar o ingresso. Os preços variam de R$ 140,00 a R$ 340,00.
Outras informações pelo telefone (31) 3209-9898 ou pelo site www.poprockbrasil.com.br.
Escrito por ESSA às 19h11
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A Equipe do Jornal Folha Verde
A Equipe ESSA parabeniza os colaboradores do Jornal Folha Verde que esta bombando ... Parabéns !!!!!!!!!
ComunicaçãoESSA/2008

Escrito por ESSA às 17h12
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A verdadeira TV digital
| 30.10.2008
Novos serviços e modelos de negócios seguem a trilha aberta pelo YouTube - e mostram que a internet é mesmo o futuro da televisão
Por Camila Fusco
Revista EXAME É difícil acreditar, mas o YouTube nasceu há apenas três anos e meio. Nesse curtíssimo período, tornou-se arma fundamental das campanhas políticas, virou uma fonte de inovação na publicidade e no marketing, deu origem a um bocado de celebridades improváveis - e representou a perda de alguns pontos nas estatísticas de produtividade. Comprado pelo Google em 2006 por 1,65 bilhão de dólares, o YouTube recebe 300 milhões de visitas por mês. Por ano, o site exibe 4,2 bilhões de vídeos. Os números de audiência são grandiosos, mas os resultados nem tanto. O portal deve faturar neste ano entre 200 milhões e 250 milhões de dólares, uma pequena fração dos cerca de mais de 15 bilhões de dólares que o Google deve faturar neste ano. Mas a primeira fase dos vídeos online, marcada por grandes volumes de acesso e pouco dinheiro, está ficando para trás. Chegou a vez do vídeo 2.0. Depois de assistir à dolorosa transição das gravadoras para o mundo digital, estúdios de cinema e emissoras de televisão testam fórmulas para colocar seus conteúdos na rede de forma segura e rentável.
Mapa do vídeo online
As perspectivas são animadoras. O site americano Hulu é um dos melhores exemplos de que chegou a vez do conteúdo profissional na internet. Criado no ano passado pelas emissoras Fox e NBC Universal e colocado no ar oficialmente em março, o portal - por enquanto limitado aos Estados Unidos - reúne trechos e episódios completos de programas como Saturday Night Live, Friends, Os Simpsons e Heroes. O usuário acessa de graça pelo navegador de internet mais de 900 vídeos de cerca de 100 parceiros, e, em alguns casos, logo no dia seguinte da exibição do programa na TV. Mensalmente, o Hulu exibe mais de 120 milhões de vídeos, quase sempre acompanhados de alguma publicidade. O resultado será um faturamento de 90 milhões de dólares já em seu primeiro ano de operação. É uma quantia ínfima diante das receitas de uma emissora aberta, mas muito mais importante que as receitas, neste momento, é acertar no equilíbrio entre a proteção dos direitos autorais e a conveniência do usuário. Nesse ponto, o Hulu é sucesso absoluto. Os anúncios não irritam o usuário, em virtude da política de colocar até um quarto do volume de publicidade tradicional da TV no site.
Por que a Hulu é um sucesso?
Produtores que eram reticentes em divulgar seus conteúdos na internet descobriram que a rede pode ser uma poderosa aliada. No ano passado, a audiência mundial de vídeos online chegou a 137,5 milhões de internautas e a projeção é de 190 milhões em 2012. "Sites como o Hulu tendem a servir de inspiração. Os produtores e as emissoras querem ter controle sobre seus conteúdos na internet, querem saber sobre como eles são monetizados e como está a experiência do usuário. Assim, devem criar os próprios portais", diz James McQuivey, vice-presidente de pesquisas da consultoria Forrester Research. No Brasil ainda não existe nenhum Hulu, mas emissoras e portais de internet já arriscam seus próprios modelos. O site de vídeo de conteúdo profissional com maior popularidade é o Globo Vídeos, que registrou 8,2 milhões de usuários em junho, segundo a empresa de pesquisa comScore. O site abriga 90% da programação da Rede Globo e da Globosat e tem quase 100 milhões de vídeos visualizados por mês. Somente os assinantes do portal Globo.com, porém, acessam a íntegra dos programas.
O portal Terra tem investido em parcerias com emissoras como ESPN e CNN, estúdios como Walt Disney e Warner, além de séries de grande sucesso, entre elas Lost e Desperate Housewives. Uma das apostas do portal tem sido as transmissões ao vivo, como os jogos dos campeonatos alemão e português de futebol e os grandes eventos esportivos. "A Copa do Mundo, dois anos atrás, foi o pontapé inicial para a massificação desse conteúdo produzido profissionalmente e os Jogos Olímpicos vieram consolidar esse momento", diz Paulo Castro, diretor-geral do Terra. Neste ano, durante os Jogos de Pequim, 15 milhões de internautas acessaram 28,5 milhões de vezes os vídeos no portal. Para o ano que vem, o Terra deve estrear um modelo inédito no país. Um contrato com a Disney prevê que, assim que o episódio de uma série for ao ar nas emissoras a cabo, ele será imediatamente colocado online e ficará disponível por uma semana. "Será a forma mais imediata de o usuário que perdeu o episódio na TV assistir pela internet", afirma Castro.
Os limites entre televisão e internet também estão cada vez mais estreitos no que diz respeito à qualidade da imagem. Novas tecnologias têm contribuído para essa experiência, como o Silverlight, da Microsoft, que promete melhorar a visualização de animações, gráficos e aplicações de áudio e vídeo. O Hulu tem uma galeria com conteúdo em alta definição e permite que o usuário conecte o PC ao televisor e assista aos programas acomodado no sofá. Para quem produz os vídeos, as novas tecnologias são favoráveis por permitirem a criação de novos formatos de publicidade. "Veremos um duelo cada vez maior entre tecnologias pela publicidade online", diz Reynaldo Fagundes, diretor da LabOne, empresa de tecnologia para mídias online. Mas, ao mesmo tempo que novas tecnologias melhoram a qualidade do vídeo online, ter uma infra-estrutura apropriada de internet de alta velocidade é necessário para disseminar a cultura do consumo desse material. No fim do segundo trimestre, o Brasil tinha quase 9 milhões de conexões de banda larga, volume pequeno para os mais de 40 milhões de usuários de internet no país. A deficiência interfere no consumo médio de vídeos online: os brasileiros navegam 7,9 minutos por visita a esses sites, atrás da média mundial de 11,2 minutos. Segundo Alex Banks, diretor da comScore para a América Latina, enquanto a massificação de banda larga não acontecer, não será fácil existirem serviços gratuitos de vídeo parecidos com o Hulu, já que o investimento no conteúdo pode não compensar em virtude do alcance. Serviços pagos de música e vídeo como o iTunes, da Apple, também podem não estrear por falta de escala. "O Brasil está no radar de emissoras e estúdios, mas para compensar a aposta seria necessário mais banda larga", diz.
Enquanto os sites de vídeos produzidos começam a decolar, surgem perguntas sobre o futuro dos sites de conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube. "Muitos anunciantes não querem ser associados a seus vídeos. Por outro lado, quem anuncia no Hulu ou no Joost - outro serviço americano de conteúdo profissional - está satisfeito de estar próximo de conteúdos não populares", afirma McQuivey, da Forrester. O YouTube já tem parcerias com emissoras para canais dedicados à programação - como Globo e Band, no Brasil. Esse é um dos trunfos para selecionar o conteúdo no qual os anúncios vão aparecer. Em outubro, criou nos Estados Unidos outros quatro formatos de anúncio. "É um começo, mas não é o suficiente", diz McQuivey. A publicidade em vídeos online atingirá 1,2 bilhão de dólares neste ano e pode chegar a 4,5 bilhões em 2012, segundo a consultoria eMarketer. Isso significa que a internet ficará cada vez mais poderosa. Os vídeos online vão mudar a relação dos usuários com a internet e também a experiência da TV, ditando as regras sobre quem e como ganhará dinheiro. Quem tiver o modelo de negócios bem elaborado será inevitavelmente o campeão de bilheteria.
Escrito por ESSA às 05h35
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Amenina que calou a ONU.
http://br.youtube.com/watch?v=LZaBRraV3jc
“Os seres humanos fazem parte da comunidade da vida”.
“Todas as sociedades são responsáveis pelo respeito e
proteção dos direitos dos outros”.
“Os benefícios e custos do uso dos recursos devem ser
justamente partilhados por todos”.
“Todas as formas de vida merecem respeito
independentemente do seu valor para as pessoas”.
Caring for the Earth
Categoria: Link
Escrito por ESSA às 05h45
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Final do Ano – reflexões e conclusões
Por Eugenio Mussak
Esta é a semana de Natal, e a próxima é a do Ano Novo. Menos pessoas lerão este artigo, mas para com aquelas que o lerem, eu quero ser coerente. Não vou desejar bom Natal e feliz Ano Novo, e sim boas reflexões e felizes conclusões. Pois...
Para isso fomos feitos: Para lembrar e ser lembrados Para chorar e fazer chorar Para enterrar os nossos mortos – Por isso temos braços longos para os adeuses Mãos para colher o que foi dado Dedos para cavar a terra.
Está claro que a liturgia das festas de final de ano afastou-se do caráter religioso e ganhou o mercado. Saiu São Nicolau e entrou Papai Noel. Do primeiro esperávamos mensagens, do segundo, eletrônicos. Assim é.
Assim será a nossa vida: Uma tarde sempre a esquecer Uma estrela a se apagar na treva Um caminho entre dois túmulos – Por isso precisamos velar Falar baixo, pisar leve, ver A noite dormir em silêncio.
Todos merecemos a trégua do final de ano. Os compromissos são menores, ou pelo menos, não tão exigentes, e nós temos, então, tempo. Tempo para que? Para o stress das compras, dos preparativos das festas, das reuniões familiares, às vezes emocionadas, às vezes fingidas. Dizer o quê?
Não há muito que dizer: Uma canção sobre um berço Um verso, talvez de amor Uma prece por quem se vai – Mas que essa hora não esqueça E por ela os nossos corações Se deixem, graves e simples.
Mas um mérito as festas de fim de ano têm: nos fazem refletir. Pensamos sobre o ano que terminou, sobre o tempo que aproveitamos ou que desperdiçamos, sobre o que faremos com o próximo que vem aí, novinho em folha. E é claro, aproveitamos para rever nossos valores. Para que viemos? Para que servimos? Para que fomos feitos, afinal?
Pois para isso fomos feitos: Para a esperança no milagre Para a participação da poesia Para ver a face da morte – De repente nunca mais esperaremos Hoje a noite é jovem; da morte, apenas Nascemos, imensamente.
Nascemos, imensamente e constantemente. Somos diferentes a cada instante, e temos a chance de escolher uma diferença melhor ou pior. Questão de opção! Da morte de uma velha opinião formada, nasce uma nova visão, como numa metamorfose, ambulante, pois assim somos. Eu pedi emprestado ao Vinicius de Moraes seu “Poema de Natal” para, como sempre, provocar a reflexão de meus leitores e sair do lugar comum. Mas, contrariando o primeiro parágrafo, pois eu também mudo de idéia, não consigo resistir: Feliz Natal e excelente Ano Novo para todos!
Texto publicado no site da revista Voce SA(www.vocesa.com.br), Editora Abril.
Escrito por ESSA às 05h37
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Quebre a sua casca (sobre quebrar paradigmas)
Por Eugenio Mussak
Este artigo trata de mudanças. Mudanças que nos são impostas e mudanças que nós mesmos devemos provocar. Para começar, você entende bem o significado da palavra “paradigma”? Quase todos os dias ouvimos alguém dizer que precisamos “quebrar paradigmas”. No começo eu imaginava um paradigma como uma espécie de vidraça, pronta para receber uma pedrada.
Pois paradigma significa “cultura geral vigente”. Ou seja, é a maneira como as pessoas em conjunto vêm um fato, entendem um fenômeno, criam uma crença. Quebrar paradigmas significa, portanto, mudar uma crença disseminada, contrariar o “senso comum”. Hoje em dia, “quebrar paradigmas” virou uma espécie de moda, de atividade própria dos empreendedores. No entanto, devemos lembrar que paradigmas sempre existem e que quando se abandona um se cria outro. Não nos livramos de paradigmas, apenas os substituímos.
Tanto nas ciências naturais como nas ciências humanas existem paradigmas, e os mesmos podem ser igualmente quebrados e modificados. A diferença, é que nas naturais isso não modifica os fatos, enquanto nas humanas, sim. O homem acreditou por séculos que o Sol girava em torno da Terra. Quando Nicolau Copérnico e sua turma disseram que era o contrário, foi uma tremenda quebra de paradigma, que resultou até em julgamentos pelos tribunais da Inquisição. Mas para a Terra e para o Sol pouco importa o que pensamos. Os astros continuaram a mover-se do mesmo jeito. Ou seja, quando mudamos nossa crença sobre o fato, ele não se altera.
Já nas ciências humanas não é assim que acontece. Uma mudança de paradigma interfere no fato. Enquanto acreditávamos que a mulher só era capaz de realizar trabalhos domésticos, era apenas isso que ela fazia. Hoje acreditamos que ela pode fazer isso e muito mais, e ela faz. O paradigma mudou o fato ou o fato mudou o paradigma? Se pensamos que podemos, podemos, se pensamos que não podemos, não podemos. Paradigmas versus fatos.
É nisso que reside a responsabilidade de quebrarmos paradigmas nas ciências humanas, pois mudamos o comportamento através da mudança do pensamento. Mas é também nesse ponto que reside a beleza da liberdade criativa do Homem. Com sua capacidade infinita de criar e renovar-se, o homem tem o poder de mudar a si mesmo e ao mundo que o rodeia.
Se, por um lado a sociedade cria paradigmas através do inconsciente coletivo, por outro cada pessoa também cria paradigmas a seu próprio respeito, e são justamente esses que merecem mais nossa atenção. A auto-apreciação é fundamental para uma convivência saudável da pessoa com ela mesma. Uma permanente verificação de sua escala de valores, e da definição de seus limites e de seus alcances, atualiza a consciência da pessoa.
Como saber se eu posso empreender meu próprio negócio se eu tenho uma visão incompleta de minhas próprias potencialidades? Como saber se, ao recusar uma importante missão na empresa eu não estou tendo uma visão pequena de minhas próprias potencialidades? É clássico que confiamos só em quem conhecemos. A autoconfiança obedece à mesma lógica. Portanto a permanente auto-análise é necessária para possamos nos superar sempre. A maioria das coisas que não fazemos, em verdade nem tentamos fazer, pois não confiamos em nossos potenciais. Paradigmas, nada mais que paradigmas.
Poderíamos definir o Homem como um ser capaz de quebrar paradigmas e, através disso renovar-se permanentemente. Somos como o inseto, que para crescer tem que quebrar seu envoltório rígido que, se por um lado o protege, por outro o aprisiona. O inseto rompe seu exoesqueleto várias vezes durante sua vida, de maneira um pouco traumática, e isso o deixa vulnerável por algumas horas. O inseto quebra o envoltório rígido para crescer. O Homem quebra paradigmas rígidos também para crescer. Às vezes, crescer dói...
Texto publicado no site da revista Voce SA(www.vocesa.com.br), Editora Abril.
Escrito por ESSA às 05h35
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Banda Larga Chegando na ESSA
A Oi esta preste a ser instalada na Escola Sandoval, VELOX , podendo agora todos os computadores acessarem a INTERNET BANDA LARGA.
BOM D +!!!!!!!!!!
Fatima Pizziolo
Comunicaçãoessa/2008
Escrito por ESSA às 15h12
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Sugestão de compra de livros
Alguns alunos já pediram para adquirir alguns títulos que ainda não temos no acervo da nossa Biblioteca, se você quiser dar sugestão para novos títulos fiquem avontade!!!! Tão logo for possível estaremos comprando.
Fatima Pizziolo
Bibliotecaria CRB660
Escrito por ESSA às 14h53
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Amizade
http://mais.uol.com.br/view/127937
Classificação: 
AMIGO É CASA
Amigo é feito casa que se faz aos poucos
e com paciência pra durar pra sempre
Mas é preciso ter muito tijolo e terra
preparar reboco, construir tramelas
Usar a sapiência de um João-de-barro
que constrói com arte a sua residência
há que o alicerce seja muito resistente
que às chuvas e aos ventos possa então a proteger
E há que fincar muito jequitibá
e vigas de jatobá
e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de resedás
não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar
que os cabelos brancos vão surgindo
Que nem mato na roceira
que mal dá pra capinar
e há que ver os pés de manacá
cheínhos de sabiás
sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis
choro de imaginar!
pra festa da cumieira não faltem os violões!
muito milho ardendo na fogueira
e quentão farto em gengibre
aquecendo os corações
A casa é amizade construída aos poucos
e que a gente quer com beira e tribeira
Com gelosia feita de matéria rara
e altas platibandas, com portão bem largo
que é pra se entrar sorrindo
nas horas incertas
sem fazer alarde, sem causar transtorno
Amigo que é amigo quando quer estar presente
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer
Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha
e oferece lugar pra dormir e comer
Amigo que é amigo não puxa tapete
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem
quando não tem, finge que tem,
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.
Capiba / Hermínio Bello de Carvalho
Categoria: Link
Escrito por ESSA às 14h48
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Questão desafio de Biologia para segundo Ano do Ensino Médio. Prêmio uma caixa de chocolate garoto para o primeiro que “blogar” a resposta correta não esqueça de colocar o nome e a turma.
1. qual é o nome do maior recife de corais do mundo?
2. sua localização
3. importância para o meio ambiente.
Escrito por ESSA às 05h36
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