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O Dia da Amizade, também conhecido como Dia do Amigo, foi criado na Argentina pelo professor Enrique Febbraro, que buscava relembrar a data em que os astronautas pisaram na Lua pela primeira vez (20 de julho de 1969). Seu argumento era que, particularmente nesse dia, o mundo inteiro esteve reunido aos três homens que caminhavam pela superfície lunar - um dos maiores marcos da história recente da humanidade. Em 1979, o governo da província de Buenos Aires tornou oficial a celebração e, desde então, muitos países passaram a adotá-la. Embora não seja considerado um feriado, esta data é uma boa desculpa para promover reuniões de velhos e novos amigos. Sempre muito respeitado, o Dia da Amizade vem se tornando um fenômeno de massa nos últimos anos. No seu país de origem, a data é tão popular que restaurantes estão com reservas lotadas semanas antes, e a rede de telefones celulares fica congestionada, com tanta gente que tenta se comunicar com amigos. No Brasil, o 20 de julho também é usado para homenagear as amizades. Festas, presentes e cartões de felicitações estão cada vez mais freqüentes por aqui também
Escrito por ESSA às 07h51
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Intimidação (bullying) Sistemática entre Colegas de Escola Bullying ou a Lei do Mais Forte E se um dia o seu filho volta para casa pedindo para mudar de colégio? Pode parecer algo normal como a busca por um novo espaço, para melhorar a adaptação ou o ambiente de aprendizado. Na verdade, ele pode estar sendo vítima de bullying - palavra da língua inglesa que traduz uma série de ações. Por não possuir equivalente em português, a expressão se tornou universal. Apesar da amplitude que vem ganhando nos últimos anos, não é uma coisa nova. Provavelmente os seus pais já o praticavam quando estavam no colégio. Colocar apelidos, ofender, humilhar, discriminar, excluir, ignorar, intimidar, perseguir, agredir, ferir e quebrar pertences são apenas alguns dos sintomas básicos do bullying. Os alvos comuns são pessoas ou grupos que apresentam características destoantes da grande maioria, sejam estas deficiências físicas ou diferenças étnicas e culturais. São os famosos "rolha de poço", "quatro olhos", "espeto", "bambi", "dumbo", "pinóquio" ou "cabeção". Segundo pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência - ABRAPIA - realizada em 2002, envolvendo quase seis mil estudantes de quinta a oitava séries de escolas municipais do Rio de Janeiro, 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de bullying. Os meninos estão muito mais envolvidos, tanto como autores quanto como alvos. Os agressores costumam bater, xingar, roubar e destruir os bens do oprimido. "Sempre fui pequeno, menor que os meus colegas, o que era um prato cheio para sofrer abusos", afirma um dos entrevistados. "Eles roubavam o dinheiro do meu lanche, não me deixavam jogar bola na hora do recreio e me batiam a troco de nada. Uma vez, até rasgaram a minha mochila", completa outro. Outros ainda dizem ter aprendido aprendeu a conviver com o bullying. Nem todos conseguem se livrar da pressão imposta pelos pequenos opressores. Hoje em dia, já não são raros os casos de adolescentes que invadem o colégio armados, matam colegas e professores e terminam por cometer suicídio. O episódio retratado no documentário "Tiros em Columbine", do cineasta Michael Moore, aborda um dos muitos casos. Em abril de 1999, dois jovens, Eric Harris e Dylan Klebold entraram nA Columbine High School fortemente armados, assassinaram 12 colegas e uma professora, antes de acabarem com as próprias vidas. O fato chocou o mundo, mas, talvez seja mais chocante o motivo que motivou a realização da chacina: eles eram vítimas de bullying. Não é preciso ir muito longe. No Brasil, já houve casos semelhantes de adolescentes armados em escolas, cujos desfechos foram trágicos. Atualmente, diversas pesquisas e programas de intervenção anti-bullying vêm se desenvolvendo em países da Europa e nos Estados Unidos. Recentemente, um projeto intitulado Training and Mobility of Research Network Project: Nature and Prevention of bullying, mantido pela Comissão Européia, foi concluído em 2001 e teve como objetivo o desenvolvimento do diagnóstico das causas e naturezas do bullying e da exclusão social nas escolas, além de identificar modos de prevenção desses problemas, por meio da integração de diferentes metodologias. O importante é haver uma conscientização por parte dos educadores, pais e dos alunos para que uma das práticas mais antigas do mundo encontre,enfim, o seu ponto final. Uma Brincadeira Sem Graça. Os especialistas afirmam que a violência que surge na infância gera reflexos na vida adulta. Um jovem que é vítima da discriminação dos colegas tende a ser retraído, sofre mais de depressão e pode vir a cometer suicídio. Já o agressor pode se tornar violento e vir a cometer crimes. Em entrevista ao jornal O Globo, a filósofa, mestre em Educação e autora de livros como "Limites Sem trauma", Tânia Zagury, afirma que a longo prazo, o bullying pode levar à sensação de impunidade e, conseqüentemente, no futuro, à atitudes anti-sociais, dificuldades no relacionamento afetivo, delinqüência ou atos criminosos. "Pode também levar à atitudes agressivas no trabalho ou à violência familiar - como as que têm acontecido em boates e festas, ou como em Columbine, nos Estados Unidos, quando estudantes armados entraram na escola atirando, matando ou ferindo colegas, professores e outras pessoas sem um alvo definido", completa a filósofa. O coordenador de um dos projetos da ABRAPIA, Aramis Lopes Neto, constatou que 60% das agressões acontece em espaços onde há uma autoridade presente. Nas entrevistas feitas pela equipe de Lopes Neto foram descobertos casos de professores que reforçavam a violência ao chamar de "meu lindo" um garoto feio, por exemplo. "Ao usar apelidos ou chamar várias vezes a atenção de um aluno que tem dificuldades de aprendizado, o professor legitima a violência praticada pelos colegas", opina Lucy Wenzel, coordenadora pedagógica do Colégio Humboldt. A Ameaça Transcende o Espaço Físico do Colégio L.F., de 13 anos, começou a ser chamado de "rato" pelos colegas e hoje o apelido é usado pelos professores e, até mesmo, pelos pais do menino. "Já briguei, xinguei, mas até meus pais me chamam de ratão", lamenta o menino. Meninas têm suas próprias armas. Enquanto os meninos usam a agressão física para intimidar, as meninas têm sua própria maneira de maltratar e humilhar as colegas. As agressões verbais são constantemente recorridas para isolar uma colega do grupo. É comum meninas serem chamadas de "galinha", "sapatão" e "mocréia". S.R.M., de 12 anos, era chamada de "oferecida" e "metida" pelas colegas da sexta série porque tinha mais amigos meninos que meninas. "Isso me incomodava muito, mas eu não falava para os professores porque não queria chamar atenção para o problema", diz ela. Hoje, na oitava série, S.R.M. escolheu uma menina mais nova para ser objeto de sua vingança. "Ela é gorda e fica se fazendo de vítima. Quando ela passa por mim eu falo mal dela para os meninos ouvirem", conta um pouco envergonhada. Quando não há uma atitude de prevenção e combate ao bullying, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todos os alunos são afetados negativamente, inclusive as testemunhas, causando ansiedade e medo. Alguns alunos até se tornam autores de bullying quando percebem que este comportamento agressivo não está trazendo nenhuma conseqüência para quem o pratica. Soluções Tânia Zagury crê que só com o apoio da família e das instituições de ensino o bullying pode acabar. "A família deve apoiar a escola e trabalhar a questão dos limites com segurança, afirmação ética dos filhos, a não-aceitação firme ao desrespeito aos mais velhos e mais fracos. A família deve reassumir o quanto antes o seu papel de formadora de cidadãos, abandonando a postura super protetora cega e a crença de que amar é aceitar toda e qualquer atitude dos filhos, satisfazer todos os seus desejos, não criticar o que deva ser criticado e nunca responsabilizá-los por atitudes anti-sociais. Enquanto é tempo...", conclui Tânia.
Escrito por ESSA às 07h42
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A Magia da MúsicaUMA IMAGEM HARMÔNICA DO UNIVERSO O poder ‘criativo’ da música coloca o som como elemento primordial na criação, preservação e mesmo destruição do Universo. As leis que regem a música da natureza são as mesmas que regem a nossa própria existência. Os sons advindos de uma placenta, da respiração, das batidas do coração, dos ritmos do pensamento, do caminhar, do canto dos pássaros, das ondas do mar, ou do vento, fazem parte da mesma música: a Sinfonia do Universo, da qual também somos instrumentos, intérpretes e compositores. Em todas as suas dimensões, inclusive nas estruturas corporais, o ser humano comporta-se sistemicamente. Ou seja, os músculos, os órgãos, o pensamento e as sensações e demais ritmos orgânicos interagem uns com os outros e com o mundo, afinando-se de infinitas maneiras numa Dança Cósmica. Princípios de harmonia do Universo - 1. Tudo pulsa, tudo é vibração (energia);
- 2.Os pulsos se interrelacionam, interagem uns com os outros (pulso);
- 3.O ritmo do Universo se expressa por ciclos, periodicidade e previsibilidade (ritmo);
- 4.A harmonia das esferas se configura pelo equilíbrio dinâmico dos sistemas (harmonia);
- 5.Nos sistemas é encontrada a propriedade de se auto modularem de maneira criativa (autoregulação);
As propriedades do som, os pulsos orgânicos e a consciência compreendem uma cadeia de interrelações entrelaçadas em diversos níveis. O estudo destes fenômenos busca aprimorar os conceitos de vibração, harmonia, empatia e afinidade encontrados no tripé: som, energia e natureza. Na música são observadas propriedades de adensamento e rarefação, tensão e relaxamento, afastamento e convergência a um centro tonal, bem como relações de ordem, periodicidade e repetição - características estas encontradas na dinâmica da natureza do Universo. Quando ouvimos ou fazemos música estamos nos conectando a um amplo e intenso circuito energético em ressonância com a nossa memória arquetípica (primordial). Determinados pelas estruturas corporais e mentais, campos de força, ou egrégoras (somas de energias), são construídos coletivamente. A energia contida nas matrizes musicais, cósmicas, arquetípicas e pessoais interagem entre si, acessando diversos níveis de realidade. Sabemos que estes campos de força energéticos e determinados por estados de consciência que se formam ao nosso redor são associados à cores, aos ‘estados de espírito’ e à influencia de entes espirituais.Nas várias tradições ancestrais, o aprendizado do xamâ, do sacerdote ou do médico passa, necessariamente, ao aprendizado da sensibilidade a esses campos energéticos. Os estados “alterados de consciência” oriundos das vivências pela música participativa se caracterizam por um efetiva amplificação energética. Existem códigos sonoros que, juntamente com outros sinais, chamam e sintonizam os elementais da natureza, os santos, os antepassados, os deuses e os orixás. E há musicas extremamente eficientes para irmanar pessoas, criando verdadeiros seres coletivos. Não há dúvida que a ordem e os padrões de organização subjacentes aos sistemas derivam, em certa medida, dos fluxos energéticos. Todos concordam que a nossa forma de ser e estar no mundo se altera fortemente quando vivenciamos música: que ela é poderosa e eficiente na sublimação, harmonização, comunhão, aglutinação, introspecção etc., qualidades que assumem preponderância nas nossas relações quando são considerados os níveis micro e macrocósmicos.
Em resumo, a perspectiva sistêmica apreende o mundo como uma rede de eventos, entes, estruturas, campos, etc., em regime de interdependência, sendo o estado de desequilíbrio dinâmico dos sistemas mantido por afinações determinadas e por influências recíprocas. O material ou a energia liberada por estas conexões com o universo – ou com os deuses – precisam ser elaborados , aceitos e integrados ao ego.Esta é a alquimia que talvez o som, mais e melhor do que qualquer outro meio, pode facilitar pela transmutação de um ego medroso e limitado para um ego cada vez mais integrado e harmonioso com a nossa totalidade(Self).
Vivemos num mundo planetário, de síntese, no qual o homem está tendo que aprender, sem abrir mão do conhecimento e do poder acumulados, a recontar com a unidade de Si mesmo, da espécie, do meio ambiente, do planeta, do Universo.
Escrito por ESSA às 07h41
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Eu Posso Fazer Exercícios?
Os benefícios da prática regular de exercícios físicos são amplamente conhecidos e a luta contra sedentarismo, comprovadamente, traz frutos positivos no que se refere à qualidade de vida e à longevidade.
Quem se exercita vive mais e melhor, quando comparado aos sedentários.
Mas, é seguro fazer exercícios? Devem ser tomadas algumas precauções antes de iniciar?
Felizmente, as complicações cardiovasculares do tipo infarto do miocárdio e parada cardíaca, em decorrência da prática de atividades físicas, são raras e em grande parte evitáveis. A incidência de morte súbita durante o exercício varia de acordo com a população estudada. Em atletas em idade escolar a ocorrência é de 1 morte para cada 200.000 atletas; em maratonistas é de 1 morte para cada 50.000 corredores e na população adulta em geral é de 1 morte para cada 18.000 indivíduos saudáveis. Na esmagadora maioria das vezes, esse tipo de complicação ocorre em indivíduos já portadores de doenças cardíacas não diagnosticadas, fazendo com que uma triagem prévia ao exercício consiga minimizar o número de complicações . Para você tirar as suas dúvidas e iniciar os seus exercícios com segurança, a seguir descreveremos duas formas bastante simples para identificação dos potenciais riscos cardiovasculares do exercício.
Um questionário muito simples chamado de PAR-Q foi desenvolvido no Canadá com o objetivo de identificar quem necessita de uma avaliação médica prévia, antes de iniciar um programa de exercícios. Esta sigla é derivada das iniciais em inglês de (P) Physical (A) Activity (R) Readiness (Q) Questionnaire, ou Questionário de Prontidão para Atividade Física. O questionário, a seguir, deve ser respondido apenas como SIM ou NÃO. Alguma vez o seu médico alertou que você é portador de alguma doença cardíaca e que você deve fazer somente atividade física supervisionada?
Você sente dor no peito quando faz atividade física? No último mês você teve dor no peito, quando não estava fazendo atividade física? Você apresenta tonturas com freqüência, ou alguma vez já perdeu a consciência? (Apresentou desmaios?) Você é portador de algum problema osteoarticular, que lhe impeça de praticar atividade física? Você sabe de alguma outra razão pela qual você não deveria praticar atividade física?
Se a resposta para todas as perguntas foi NÃO, você poderá iniciar um programa de exercícios físicos de leve a moderados, sem necessitar de avaliação médica. Caso tenha respondido SIM à alguma dessas perguntas, é aconselhável uma consulta com seu médico, antes de iniciar.
Outra forma, um pouco mais detalhada, de identificar os indivíduos com risco para o exercício, elaborada pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva, é indagando sobre a presença de sintomas ou sinais sugestivos de doença cardíaca e de fatores de risco para doença arterial coronariana.
Principais sinais ou sintomas sugestivos de doença cardiopulmonar - Dor ou desconforto no peito, pescoço, queixo, braços ou outras áreas que podem ser de natureza
- isquêmicas (ou obstrução nas artérias coronárias)
- Respiração curta em repouso ou com exercício suave
- Vertigem ou desmaio
- Falta de ar parado em pé ou quando inicia abruptamente durante o sono
- Edema de tornozelos
- Palpitação ou taquicardia
- Claudicação intermitente (dor progressiva nas pernas durante a caminhada, que alivia com o repouso, mas volta a doer logo que o exercício é reiniciado)
- Sopro no coração
- Fadiga incomum ou encurtamento da respiração com atividades
Fatores de risco principais para doença arterial coronariana - Idade. Homens: 45 anos; mulheres: 55 anos, ou menopausa prematura sem suplementação de estrogênio.
- História familiar. Infarto do miocárdio ou morte súbita antes dos 55 anos do pai ou de outro parente masculino de primeiro grau; ou antes dos 65 anos de idade da mãe ou outro parente de sexo feminino de primeiro grau.
- Fumante habitual
- Hipertensão arterial
- Colesterol elevado. Colesterol total maior que 200md/dl ou HDL
- Diabete melito
- Vida sedentária
Baseado nesses sinais e sintomas e na faixa etária, podemos identificar 3 categorais de indivíduos: os aparentemente saudáveis; os que estão em risco aumentado; e os já com doença conhecida. Em relação à idade, classificamos como jovens os homens com menos de 40 anos e as mulheres com menos de 50 anos. Acima dessas faixas etárias, os indivíduos são classificados como idosos Aparentemente SaudáveisNão apresentam nenhum sinal ou sintoma de doença e referem não mais de 1 fator de risco principal para doença arterial coronariana Liberação para o exercício ? Os jovens estão liberados para qualquer intensidade de exercício, sem necessitar de avaliação médica prévia. Os idosos devem passar por avaliação médica, somente, se desejarem praticar atividade física intensa (intensidade de exercício que leve à fadiga em menos de 20 minutos) Em risco aumentado Apresentam sinais ou sintomas sugestivos de doença, ou dois ou mais fatores de risco principais para doenças arterial coronariana. Liberação para o exercício ? Nesse grupo de risco, a prática de atividade física intensa sempre deverá ser precedida de avaliação médica. No caso de não haver sintomas sugestivos de doença, as intensidades de exercício leve e moderada (intensidade de exercício que permita que a atividade física possa ser realizada, com conforto, por 60 minutos) podem ser liberadas sem necessitar de avaliação médica prévia. Com doença conhecida Indivíduos com problemas médicos graves conhecidos. Liberação para o exercício ? Qualquer atividade física deve ser precedida de avaliação médica. Procure identificar em que nível de risco você se encontra. Caso as suas respostas indiquem que você precisa passar por uma avaliação médica inicial, não deixe de consultar o seu médico. Se você já está liberado para começar, não perca tempo e comece logo a usufruir dos benefícios do exercício, respeitando os seus limites. Isso, certamente, mudará a sua vida. Dr. Ruy S. Moraes Formação: Doutor em Cardiologia - Hosp. Clínicas de Porto Alegre- Especializado em Medicina do Esporte.
Escrito por ESSA às 07h39
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A Dieta do Mediterrâneo A Dieta do Mediterrâneo é um padrão alimentar que tem origem nas populações da região do Mar Mediterrâneo. A descrição deste padrão alimentar, assim como a criação do termo "Dieta do Mediterrâneo", foram do Doutor Ancel Keys na década de 50. As observações do Dr. Keys iniciaram no ano de 1945, quando ele desembarcou em Salerno, na Itália, com o exército americano. Ele constatou que os povos que viviam nas regiões mediterrâneas, embora consumissem uma alta quantidade de gordura, similar em calorias à dieta dos países ocidentais, apresentavam uma incidência muito baixa de doenças cardiovasculares.
Gordura x Caloria: Paradoxo?
Considerando o ponto de vista nutricional ocidental convencional, esta associação entre alto consumo de gordura e baixos índices de doença cardíaca, constituíam um paradoxo.
Uma análise mais minuciosa demonstrou que a dieta mediterrânea era composta basicamente de alimentos de origem vegetal em grande quantidade - hortaliças, frutas, legumes, cereais, pães e sementes - laticínios, principalmente iogurte e queijo, eram ingeridos regularmente. Peixe e frango eram comidos de forma esporádica, carne vermelha somente em ocasiões especiais. Vinho tinto era bebido regularmente, acompanhando as refeições. As principais fontes de gordura, ingeridas em alta quantidade calórica (35 a 40% do total das calorias diárias), era as nozes e o azeite de oliva.
Começava a desfazer-se o paradoxo. A gordura ingerida, apesar da alta quantidade, era a do tipo mono e poli-insaturada, de origem vegetal, ao contrário da gordura saturada de origem animal, típica das dietas ocidentais. Ou seja, a quantidade calórica de gordura ingerida é semelhante nos dois padrões alimentares, porém, o tipo de gordura é diferente. A partir daí começou-se a estudar, com mais profundidade, o efeito dos diferentes tipos de gordura sobre o organismo. Os termos gordura saturada e gordura insaturada saíram do círculo da química e se expandiram até chegarem a nossos lares.
Doença Cardíaca e Câncer
O Dr. Keys sistematizou suas observações realizadas em 16 populações de sete países mediterrâneos e as publicou, sendo hoje citado como o Estudo dos Sete Países, constituindo-se na primeira grande pesquisa associando dieta e doença cardíaca. De lá para cá, dezenas de estudos científicos foram realizados, muitos estão em andamento, e, os resultados disponíveis confirmam, de forma irrefutável, o que o Dr. Ancel Keys já havia demonstrado nos anos 50: a Dieta do Mediterrâneo protege o individuo de doença cardíaca.
Mas, não é só sobre o risco de doença cardíaca que a Dieta do Mediterrâneo traz benefícios. Povos da região mediterrânea vivem mais tempo e têm menor índice de vários tipos de cânceres. A explicação para estes efeitos não está somente na alta ingestão de gorduras insaturadas. Aqui entram os outros elementos da Dieta do Mediterrâneo, um coquetel contendo entre outras coisas: licopeno, bioflavonóides em geral, resveratrol, polifenóis, L-arginina, ácido fólico, beta caroteno, vitaminas C, E e do complexo B, na sua forma natural. Esses componentes estão presentes nos legumes, frutas, cereais, hortaliças, vinho tinto, óleo de oliva, etc., ingeridos em grande quantidade regularmente.
Ao praticarmos a Dieta do Mediterrâneo, além de evitar o consumo de elementos típicos da dieta industrializada ocidental moderna, nocivos à saúde (gorduras saturadas e gorduras trans, componentes ultra-refinados como farinhas, óleos e açúcares), estamos ingerindo substâncias que participam ativamente na proteção contra doenças crônico-degenerativas e retardam o envelhecimento.
Obesidade
Outro aspecto orgânico, que é mais bem controlado pelos adeptos da Dieta do Mediterrâneo, diz respeito ao peso corporal. Um estudo epidemiológico recente, analisando uma população espanhola, demonstrou que a aderência à Dieta do Mediterrâneo é inversamente associada ao índice de massa corporal e obesidade. As pessoas que adotam a Dieta do Mediterrâneo, aparentemente, têm menos propensão a atingirem sobrepeso ou tornarem-se obesas.
Suplementos
Um aspecto impressionante, que surge a partir dos estudos sobre a Dieta do Mediterrâneo, é que os chamados suplementos não substituem os alimentos. Comprimidos, cápsulas, pílulas ou o que seja, de vitaminas, anti-oxidantes, flavonóides, fibras, fito-hormônios e outros tantos compostos, não têm nenhum efeito. Também sob este ponto de vista a natureza é magistral. Ao ingerirmos estas substâncias através das frutas, cereais, legumes, hortaliças, óleos, da maneira menos modificada possível em relação a como estão na natureza, elas atuam em conjunto protegendo as células. A exata proporção em que elas interagem e a complexidade destas interações está, provavelmente, ainda muito longe de ser imitada pela mão do homem.
O Vinho Tinto
Interessante também é a presença de um dos alimentos mais antigos conhecidos pelo homem, o vinho tinto, na Dieta do Mediterrâneo. Hoje está bem evidenciado cientificamente que o consumo moderado de álcool protege contra doenças cardíacas. Os primeiros estudos sugerindo esta associação, entre álcool e menor incidência de doença cardíaca, tiveram origem na observação de outro paradoxo, descrito há décadas - o chamado Paradoxo Francês. Este é o nome que foi dado para a constatação de que as pessoas na França têm menos doenças cardíacas, apesar da sua dieta ser rica em gordura, boa parte saturada (lembremo-nos dos queijos, manteiga, cremes). Foi sugerido que o alto consumo de vinho tinto por esta população seria o fator de proteção que anularia os efeitos danosos da gordura. Muitas vezes, o paradoxo Francês é confundido com a Dieta do Mediterrâneo. Na verdade, esta confusão tem procedência, pois os dois hábitos alimentares, consumo de vinho tinto e Dieta do Mediterrâneo, estão intimamente associados. O vinho tinto, sozinho, não é o responsável pela baixa incidência de doença cardíaca. O hábito alimentar de grande parte dos franceses, como um todo, assim como o seu estilo de vida, são muito semelhantes aos de outras regiões mediterrâneas.
Vários estudos recentes demonstram que outras bebidas contendo álcool produzem o mesmo benefício cardiovascular, se ingeridas com moderação. Mas o vinho tinto apresenta uma singularidade sobre outras bebidas alcoólicas. Ao ser fermentado com a casca (o que não ocorre com o vinho branco, por exemplo), é incorporado à bebida um dos componentes da casca que serve de proteção natural à fruta. É o resveratrol. Esta substância é um polifenol que atua como antioxidante. Experimentos têm demonstrado que o resveratrol aumenta o tempo de vida de várias espécies animais. Este efeito se daria através da ativação de um gene que confere proteção ao DNA das células (gene SIRT 1), o que explicaria, pelo menos em parte, a extensão do tempo de vida que é produzida por esta substância. Outros tantos estudos estão em andamento, e alguns novos resultados dão indícios de que o resveratrol combateria alguns tipos de vírus, assim como inibiria o desenvolvimento de fibrose cardíaca.
O vinho tinto apresenta benefícios adicionais aos do álcool. Portanto, na hora de escolher a bebida que vai acompanhar a sua Dieta do Mediterrâneo, não tenha dúvidas, fique preso às origens e eleja o vinho tinto. Mas lembre-se, deve ser bebido com moderação, pois, se ingerido em demasia, os efeitos prejudiciais do excesso de álcool irão superar os benefícios produzidos por doses moderadas de álcool e dos outros componentes do vinho, como o resveratrol.
Os Fatores de Proteção
Os mecanismos pelos quais a Dieta do Mediterrâneo protege o organismo são multifatoriais, alguns deles já conhecidos. Além da ação sobre genes que controlam funções celulares, as substâncias contidas na Dieta do Mediterrâneo têm seus efeitos de proteção de doenças cardíacas e crônico-degenerativas devido às suas ações sobre os vasos sangüíneos. A camada que reveste a parte interna dos vasos sangüíneos, chamada endotélio, é formada por um conjunto de células especializadas chamadas de células endoteliais. Estas células funcionam como se fossem um órgão ativo, independente, produzindo uma série de substâncias que regulam o funcionamento dos vasos sangüíneos como um todo. Existem substâncias que causam danos a estas células, o que altera o funcionamento normal dos vasos, e culmina com a formação de placas de ateroma e o enrijecimento da parede dos vasos sangüíneos. É a conhecida, e temida, aterosclerose, responsável pelas doenças cardíacas, derrames e outras doenças crônico-degenerativas. Entre os fatores que prejudicam o endotélio estão a hipertensão, diabete, fumo, aumento do colesterol (principalmente o LDL, o mau colesterol) e outras alterações das gorduras do sangue (dislipidemias). Entre os protetores do endotélio, está bem demonstrado que nutrientes como ômega-3 e ômega-6, anti-oxidantes, gorduras mono-insaturadas, L-arginina, ácido fólico, e tantos outros, presentes na Dieta do Mediterrâneo, atuam melhorando a função endotelial, direta ou indiretamente.
Atividade Física
Deve ser salientado que as populações mediterrâneas, originalmente, mantinham naturalmente inseridas no seu dia-a-dia atividades físicas, o que comprovadamente, por si só, contribui para a proteção contra doenças, melhoria da saúde e bem estar assim como aumento da expectativa de vida. Dieta do Mediterrâneo pode ser considerado um estilo de vida. Um conjunto de fatores que, orquestrados pela natureza, se complementam. Nenhum deles, isoladamente, alcança os efeitos do todo.
A Dieta do Mediterrâneo Tem Despertado Grande Interesse Científico
Uma pesquisa bibliográfica no site de busca de assuntos médicos mais completo, o PUBMED, arrola centenas de artigos científicos que estudam algum aspecto da Dieta do Mediterrâneo. Certamente, em um futuro muito próximo, entenderemos muito mais profundamente os complexos mecanismos de interação entre os elementos da Dieta do Mediterrâneo e o organismo humano
Escrito por ESSA às 07h38
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| Lançamento: O ladrão de Raios | | Primeiro livro da série Percy Jackson e os Olimpianos traz a mitologia grega para os dias atuais.
|  | O livro Em O Ladrão de Raios, com a ajuda de novos amigos, um sátiro e a filha de Atena, Percy tem dez dias para reaver o raio-mestre de Zeus, o instrumento que representa a destruição original, e restabelecer a paz no Olimpo. Para isso, precisará encarar o pai que o abandonou, resolver um enigma proposto pelo Oráculo e desvendar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses! Autor: Rick Riordan Tradução: Ricardo Gouveia Preço: R$ 29,90 400 páginas A inspiração A inspiração para a trama surgiu quando o autor, a pedido de seu filho de 9 anos, criou uma história sobre deuses e heróis gregos passada nos dias atuais. Rick Riordan, que lecionou inglês e história por quinze anos, imaginou um personagem semideus ainda garoto e uma aventura em que ele precisaria, para se tornar herói, recuperar um artefato roubado do Monte Olimpo. A série A série literária Percy Jackson e os Olimpianos conjuga lendas da mitologia grega com aventuras em pleno século XXI. Nas histórias, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia Antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Percy Jackson é um dos poucos que conseguem descobrir sua identidade. | | |
|  | | | Você foi professor por muito tempo. Por que deixou a sala de aula? Durante muitos anos, fui professor em horário integral e escrevi um livro por ano da série de mistério de Tres Navarre. Quando vendi as histórias de Percy Jackson para a Miramax, percebi que teria de escrever dois livros por ano para cumprir os prazos, um livro para adultos e outro para crianças. Eu simplesmente não achei que fosse capaz de manter esse ritmo e fazer um bom trabalho em sala de aula, e assim, tomei a decisão de parar de lecionar. Você contou a história de Percy Jackson a algum de seus alunos antes de publicá-la? Sim. Meu filho de 9 anos foi o primeiro a ouvir a história, e eu também li o manuscrito para ele em primeiro lugar. Quando ele disse que estava ótimo, eu queria ter certeza de que o livro interessaria crianças mais velhas: meus alunos adolescentes. Escolhi alguns alunos da sexta, sétima e oitava séries e lhes perguntei se estavam dispostos a testarem o livro. Fiquei muito ansioso! Estou acostumado a mostrar meu trabalho para adultos, mas não sabia se as crianças gostariam de Percy. Finalmente compreendi o que era para eles me entregar um trabalho e esperar pela nota! Por que decidiu que Percy Jackson teria TDAHI e dislexia? Enquanto escrevia a história de Percy Jackson, meu filho estava passando por testes de diferenças de aprendizado. Ele enfrentava problemas para ler e para se concentrar. Os professores cogitavam TDAHI e dislexia. Ele se sentia frustrado no aprendizado da leitura e tivemos de lhe explicar que os testes eram para auxiliar os professores a ajudá-lo, e não para fazê-lo sentir-se mal. Como professor, trabalhei com muitas crianças com dificuldade de aprendizado. Participei de avaliações e fiz modificações em minhas aulas. No fim, meu filho foi inscrito no programa de Scottish Rite, que cuida de crianças com dificuldades de leitura como a dislexia. ele agora está muito melhor. Muitas pessoas estão comparando sua série com Harry Potter. Existem semelhanças? Como acontece com qualquer nova fantasia escrita para crianças, as comparações com Harry Potter são inevitáveis. J. K. Rowling estabeleceu o padrão para livros associados a crianças. Os dois personagens, Harry e Percy, tem algumas coisas em comum sim. Ambos têm imensos poderes e responsabilidades que lhes são impostos antes que estejam prontos. Eles são corajosos e têm de enfrentar seus piores medos e contar com um pequeno grupo de amigos leais. Mas suas histórias são bastante diferentes. Creio que os leitores verão isso quando lerem O Ladrão de Raios.
| Texto: Camila Samogim Entrevista: Divulgação |
Escrito por ESSA às 08h36
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Isa TKM | | Confira nosso bate-papo com o elenco da nova novela exibida pela Nickelodeon!
| tt: Como é receber a notícia de que Isa TKM já é líder de audiência no canal Nick em apenas um mês de exibição? Willy: "Primeiramente, foi uma surpresa. Exibir a novela também no Brasil é algo que nos emociona muitíssimo, nos dá muita alegria e o que podemos fazer é agradecer a todos os que assistem à novela no Brasil." tt: Como é, viver uma protagonista ainda tão nova, Maria Gabriela? Maria Gabriela: "Estou terminando o colégio, faço aulas ainda na parte da manhã. Então, isso me deixa muito orgulhosa. Estar numa novela tão boa, com uma história tão legal. É algo que exige bastante de mim, mas trabalho com uma equipe muito talentosa e é uma alegria pra mim." tt: O que há de mais engraçado no seu personagem, na sua opinião? Maria Gabriela: "Ela é meio doida, bastante desajeitada, vive tropeçando... E, às vezes, o que é muito engraçado é que, quando ela mente, sempre descobrem a verdade e isso é muito divertido." tt: Muitas leitoras de todateen querem ser atrizes. Qual é o conselho para elas? Reinaldo: "Creio que o principal é que estudem e se preparem, é muito importante. É importante ir atrás de uma boa formação teatral, pra poder, assim, construir uma carreira. Este é meu conselho básico." tt: Como é, para Maria e Reinaldo, separar carreira de questões pessoais? (eles são namorados na vida real). É difícil, por exemplo, depois de uma discussão, ter que se ver no trabalho também? Reinaldo: "Eu e ela sempre brigamos! Mas é ela que começa (risos)." Maria: "Ah, que mentira!!!" Reinaldo: "Brincadeira, é muito difícil a gente brigar. Somos companheiros de trabalho também, mas não brigamos não, isso é muito difícil." Maria: "Verdade." tt: Como é a preparação de voz e dança para os shows que vocês fazem? Willy: "No momento, estamos ensaiando bastante, trabalhando cerca de oito horas diárias, além de ter aulas de voz, expressão corporal e inclusive aulas de ioga. Temos aulas de técnica e preparação para dança também." |
Escrito por ESSA às 08h33
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Transmissão da nova gripe pode ser mais lenta do que a da gripe normalEstudo com furões e análise molecular mostram limitações do vírus. Novo H1N1 tem dificuldade para se ligar a células humanas, diz estudo. Tamanho da letra - Em meio ao temor crescente envolvendo o avanço da nova gripe, uma boa notícia: ao menos por enquanto, a nova versão do vírus H1N1 é relativamente "lerda", tendo dificuldade para invadir as células do sistema respiratório humano. Perto de outros vírus da gripe, ele ainda não "sabe" realizar esse truque com muita eficiência.
A conclusão é de uma equipe conjunta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, em artigo na revista especializada "Science" desta semana. A análise molecular do novo vírus, bem como o estudo de sua dinâmica de transmissão entre cobaias, trouxe um certo alívio. Ram Sasisekharan e seus colegas do MIT verificaram que o novo H1N1 tem alguma dificuldade para se ligar aos receptores ("fechaduras" químicas que servem de porta para o vírus) do trato respiratório. Além disso, em experimentos com furões -- mamíferos cuja infecção pelo vírus é muito parecida com a humana --, a transmissão da doença também se mostrou ineficiente, em especial quando os bichos não estavam muito próximos uns dos outros.
Embora as conclusões sejam animadoras, os pesquisadores alertam que é preciso continuar monitorando o vírus, uma vez que novas mutações podem tornar sua transmissão mais eficiente.
Escrito por ESSA às 09h18
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Unesp realiza vestibular de meio de ano a partir deste domingoProva de conhecimentos gerais começa a ser aplicada às 14h. G1 divulgará a prova e o gabarito com a resolução das questões. Candidata participa do vestibular da Unesp de fim de ano (Foto: Daigo Oliva/G1)A Universidade Estadual Paulista (Unesp) começará a aplicar o seu vestibular Meio de Ano a partir deste domingo (5). As provas continuam na segunda (6) e terça (7). Estão inscritos 7.939 candidatos. Após as 18h, o G1 irá divulgar o caderno de questões e gabarito com as respostas. Este será o último processo seletivo no formato antigo _em fase única realizada em três dias. O vestibular do final deste ano será em duas fases e as questões não apresentarão mais divisão por disciplina. Consulte aqui o local onde fará a prova do vestibular de meio de ano da Unesp Os exames serão aplicados das 14h às 18h. Os candidatos devem chegar com uma hora de antecedência. É obrigatório levar a cédula de identidade original para fazer a prova. Os inscritos também não deverão se esquecer de levar uma foto 3x4, recente, lápis preto número 2, apontador, borracha e caneta esferográfica com tinta azul ou preta. Os locais de prova podem ser consultados no site www.vunesp.com.br. O tempo mínimo de permanência na
Escrito por ESSA às 09h17
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